domingo, 26 de junho de 2016

MÚSICA: UM BEZERRO DE OURO QUE NINGUÉM OUSA AFRONTAR



Engraçado... para tudo na vida, quando a oferta é exagerada, o valor naturalmente acaba caindo; exceto quando o papo é "música". Quantos programas musicais de calouros existem no mundo? certamente inúmeros. E no Brasil, quantos deles já foram e ainda são produzidos? Novamente, a resposta é "inúmeros", uma vez que toda emissora por aqui tem ao menos um desses programas.
   
E, então, vem a pergunta: em todos eles, quantas pessoas que inegavelmente sabem cantar (conforme a opinião popular) já apareceram? Quantos cantores com um potencial absurdo (conforme a opinião popular) já passaram por eles? No mínimo, centenas.
   
Onde quero chegar? Simples: o talento musical, segundo a concepção atual, não é algo raro e, portanto, não passa de um dom tão banal quanto, por exemplo, o do pedreiro (sendo que o pedreiro é extremamente útil à sociedade, além de ser muito mais exigido física e mentalmente do que um cantor.). Em outras palavras, estou dizendo que o canto é supervalorizado de uma forma doentia por uma civilização cada vez mais voltada ao que é egocêntrico.
   
De repente, inventaram o mito do "bom cantor segundo seu timbre" de modo a relativizar o dom do canto e abrir um leque maior de opções que leve a população a um estado cada vez mais profundo de alienação e idolatria. É por isso que, embora notadamente gente como Roberto Carlos, Caetano Veloso, Chico Buarque ou toda a turma da bossa nova jamais tenham tido qualquer talento vocal; não deixem de ser reverenciados como deuses, já que as gerações nas quais eles cresceram encontravam-se plenamente moldadas à ideia de que um bom cantor independe de potencial vocal.
   
Ora, até a idade moderna, nem mesmo alguém com a potência vocal de um Freddie Mercury era considerado alguma coisa. Além disso, os cantores, justamente por serem bons não segundo uma "audição subjetiva popular", e sim porque simplesmente sabiam cantar, eram figuras consideradas raras e indispensáveis em eventos da realeza.
   
Onde quero chegar? O reconhecimento do dom vocal de Andrea Bocelli é uma questão de gosto pessoal ou um fato? Ora, até um funkeiro consegue identificar música de verdade caso seja posto diante de uma. Do mesmo modo que um quadro de arte moderna todo rabiscado terá sempre sua subjetividade no chão quando posta ao lado de uma pintura realista, os cantores contemporâneos não passam de uma invencionice quando colocados ao lado de um cantor genuíno.
   
Em suma, não existem muitos cantores, e sim muitos cantores segundo o gosto de uma geração enganada por mentiras como, por exemplo, a de que o bom cantor é o que "toca" o coração (nada pode ser mais relativo do que isso.). Se esse monte de crianças e jovens mimados de ego inflado que aparentemente cantam muito fossem estimulados aos estudos, ao invés da música; teríamos gênios no que realmente presta entre a população. Se certos programas sensacionalistas pararem de dar espaço ao "fulaninho pobre que sonha ser como Luan Santana" e passarem a dar espaço ao "fulaninho pobre que sonha ser como Santos Dumont", teremos uma verdadeira revolução cultural. Todavia, para isso, é preciso fazer surgir quem sonhe ser como Santos Dumont. Quando isso acontecer, teremos a parcela rara de legítimos cantores ocupando o lugar que hoje lhes é roubado, e os pseudo-cantores trabalhando para o crescimento de seus respectivos países, bem como da civilização ocidental como um todo.


Leandro Pereira

ARREBATAMENTO: UMA ESTIMATIVA DE QUANDO PODERÁ OCORRER

PREPARE-SE PARA SE HORRORIZAR: TODA A VERDADE POR TRÁS DA PSICOLOGIA



SEM RODEIOS, DE LINGUAGEM SIMPLES E DIRETA: DESCUBRA AQUI O QUE A MÍDIA E OS MEIOS DE EDUCAÇÃO NOS OMITEM SOBRE ESTA PERIGOSA DISCIPLINA ACADÊMICA.
Numa antiga palestra lançada no Youtube recentemente do lendário pesquisador e apologeta Dave Hunt (inteiramente traduzida simultaneamente), somos postos perante um caminhão de informações histórico-documentais a respeito de tudo o que gira em torno deste segmento: suas origens, seus criadores e desenvolvedores, as reais ideias por trás de suas metodologias e, principalmente; os motivos que a levam a ser algo diametralmente oposto às Escrituras Sagradas. Não me surpreende que a maioria esmagadora dos artistas, que são os formadores de opinião da sociedade secular, não tem o menor pudor em assumir publicamente que fazem ou fizeram análise, geralmente enaltecendo seus profissionais e até mesmo falando em tom de testemunho (como se vê nas igrejas, por sinal.).

Leandro Pereira

terça-feira, 21 de junho de 2016

BOLSONARO SE TORNA RÉU POR INCITAÇÃO AO ESTUPRO- ESTÁ EXPLICADO POR QUE O MITO DA CULTURA DO ESTUPRO GANHOU TANTA NOTORIEDADE DE UMA HORA PARA OUTRA

 

Está explicado agora a causa da mídia vir enfatizando e massificando com tanta força o mito da cultura do estupro no Brasil: querem impedir qualquer chance que Bolsonaro possa vir a ter nas eleições presidenciais de 2018 e, como o parlamentar notoriamente jamais teve seu nome envolvido em qualquer escândalo de corrupção(muito pelo contrário, ele tanto já foi citado por Joaquim Barbosa como único deputado da base aliada do PT que, na ocasião do mensalão, não recebeu dinheiro para votar favoravelmente ao governo; quanto também teve seu nome mencionado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos 3 únicos deputados líderes de bancada a não levarem dinheiro da Petrobrás.), não resta outra alternativa aos socialistas a não ser ressuscitarem celeumas passadas como tentativa desesperada de assassinar a reputação da única figura que realmente pode ameaçar à hegemonia marxista que se apoderou da política nacional desde 1985.

Agora, após passarem 2 meses martelando na cabeça da opinião pública um caso de estupro coletivo extremamente controverso, para não dizer questionável; além de nos bombardearem com vários comerciais de TV de cunho feminista e realizarem um verdadeiro carnaval em cima da questão das pastas ministeriais do governo Temer; enfim eles mostram aonde queriam chegar. Resumindo: tudo não passou de um grande processo de programação mental para que, agora, a esquerda tenha uma população devidamente inclinada a repudiar de olhos fechados a qualquer homem que seja enquadrado pela imprensa como partidário da chamada "cultura do estupro".


Leandro Pereira



Deputado Jair Bolsonaro torna-se réu por incitação ao estupro

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tornou-se réu em duas ações penais no STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (21). Ele responderá por incitação ao crime de estupro e uma queixa-crime por injúria por ofender a deputada federal Maria do Rosário (PT-RJ) em uma discussão sobre o estupro. Pelo placar de votos 4 a 1, a 1ª turma do Supremo decidiu aceitar a denúncia contra Bolsonaro.
"Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí. Fique aí, Maria do Rosário. Há poucos dias [na verdade a discussão havia ocorrido há alguns anos] você me chamou de estuprador no Salão Verde e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece. Fique aqui para ouvir", afirmou Bolsonaro, à época.


"A violência sexual é um processo consciente de intimidação pelo qual as mulheres são mantidas em estado de medo", afirmou o ministro Luiz Fux. Relator dos processos, ele afirmou que não se pode subestimar os efeitos dos discursos que possam gerar consequências como o encorajamento da prática do estupro. Ao votar favoralmente pela abertura das ações penais, Fux enfatizou que o deputado repetiu suas declarações em entrevista aos órgãos de imprensa.
Fux considerou ainda que Bolsonaro não pode ser protegido pela prerrogativa de imunidade parlamentar, já que o que o parlamentar disse não tem nenhuma relação com a atividade que exerce na Câmara.
Junto com o relator, os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso também votaram pela abertura das ações penais. O ministro Marco Aurélio foi o único voto contrário. O ministro afirmou que a declaração de Bolsonaro foi um "arroubo de retórica".
"Não posso considerar as brincadeiras feitas em redes sociais, os comentários dos cidadãos que perderam tempo fazendo comentários a respeito do episódio. O que tivemos foi um arroubo de retórica, uma metáfora", disse o ministro, que defendeu a imunidade parlamentar de Bolsonaro para pronunciar como lhe convier.
A defesa de Bolsonaro argumentou que o congressista deve ter direito de liberdade de expressão e afirmou que estupros no Brasil não aumentaram por conta de declaração. No Twitter, Bolsonaro reclamou da decisão do STF: "Diante de tantos escândalos a ética e a moral serão condenadas?"

Desculpas à sociedade

Questionado por jornalistas sobre se tem arrependimento pela declaração, o deputado federal respondeu: "Você não joga futebol, né? É muito comum no nosso meio... Você recebe uma entrada desleal de um colega e você o agride fisicamente. Depois do que aconteceu, todos se arrependem. Mas sempre me pergunto se [a deputada] Maria do Rosário não se arrepende de ter me chamado de estuprador. Logicamente apelo aos ministros do STF que reflitam sobre esse caso. Foi uma retorção do que falei para ela, foi um ato reflexo. Desculpas que eu peço é para a sociedade, que foi desinformada sobre a verdade dos fatos. Eu nunca fugi de quaisquer debates sobre quaisquer assuntos."
Em nota, a deputada federal Maria do Rosário afirmou que o STF agiu em favor da justiça. "A decisão do STF de abrir duas ações penais contra o parlamentar que cometeu injúria e fez apologia ao crime hediondo do estupro, dirigindo-se à minha pessoa, é uma vitória contra impunidade que compartilho com todas as mulheres, sobretudo, às vítimas da violência", disse a congressista. 

Fonte: UOL


segunda-feira, 20 de junho de 2016

COMUNISMO NOS QUADRINHOS: ENTENDA POR QUE O CAPITÃO AMÉRICA AGORA É NAZISTA

   


Em novembro de 2010, o professor de Literatura do Providence College (EUA), Anthony M.Esolen, publicou um livro chamado (em tradução livre) Dez Maneiras de Destruir a Imaginação dos seus Filhos. Nele, o autor aponta as principais estratégias adotadas pelo marxismo cultural que levaram a sociedade ao estado de emburrecimento apresentado hoje, dentre os quais destaco aqui o método 5 intitulado "Difame o Heroico e o Patriótico", que vem não somente a ser um dos mais praticados por toda a mídia e sistemas educacionais atualmente; como aquele que melhor explica a ideia mais polêmica adotada pela editora Marvel Comics em toda a sua história: a transformação do Capitão América em nazista. "Como farão uma alteração tão drástica no personagem, sendo que ele sempre foi o maior ícone patriota da cultura pop norte-americana?"- sei que muitos devem estar se perguntando. A resposta é simples: eles mostrarão que no fundo, no fundo o personagem nunca foi do bem e que, desde sempre, foi um agente duplo infiltrado no EUA a serviço da organização nazista chamada Hidra. Deste modo, os roteiristas inventaram que, em todas as tramas do supersoldado publicadas desde sua concepção em 1941 pela editora Timely Comics chegando aos nossos dias; o "pseudo-herói" estava, na realidade, agindo heroicamente apenas para manter as aparências, ao passo que, nos bastidores, sempre operou clandestinamente e isento de qualquer desconfiança justamente devido aos seus feitos públicos.




Ao realizarem tamanho contorcionismo criativo, os atuais artistas responsáveis pela HQ do supersoldado, bem como a editora por inteiro estão criminosamente jogando no lixo aquele que, na Segunda Guerra Mundial, foi o conforto de milhões de crianças americanas que viram seus entes queridos rumarem para um conflito armado sem saberem se retornariam um dia e que, portanto, mediante tal personagem, passavam não somente a compreender os que partiam, como também a sentirem orgulho dos mesmos.

Ao modificar parte de sua própria trajetória, o que a Marvel está fazendo se configura numa das táticas mais sujas perpetradas pela Nova Ordem Mundial em seu multiculturalismo compulsório: o reescrever da história. Nada mais natural, afinal, se eles desejam modificar o mundo, devem começar por "cada esquina".

Ao efetuar este estupro intelectual, uma das principais editoras de quadrinhos norte-americanos apenas acrescenta peso às muitas evidências que provam sim, existir um monopólio esquerdista com fins de engenharia social sobre a cultura ocidental em peso, principalmente a pop.

Ao transmutar num neonazista aquele que é uma das grandes figuras estadunidenses ao lado da Estátua da Liberdade e do Tio Sam, um personagem que sempre esteve entre os maiores símbolos de virilidade, militarismo e conservadorismo não somente do EUA, mas de boa parte do mundo; a equipe criativa por detrás dessa HQ está automaticamente transmitindo a seguinte mensagem subliminar ao inconsciente coletivo: "Atrás de todo conservador, pode haver um monstro".

Ora, não é isso o que, por exemplo, os ativistas gays vivem fazendo (afirmando que os fundamentalistas pró-família não passam de homossexuais enrustidos.)? Não é isso o que, por exemplo, os comunistas vivem fazendo (ao generalizarem que todos os padres e pastores são, respectivamente, pedófilos e ladrões.)? Não é isso o que a mídia, por exemplo, vive fazendo ao enfatizar a corrupção da polícia militar (como se todos os policias fossem corruptos.) em detrimento de suas boas ações? Não é isso o que, por exemplo, as feministas vivem fazendo ao alegarem que todo homem é um estuprador em potencial? Entende agora aonde pequenas mudanças na cultura popular podem levar? 
   
Com o advento do romantismo (movimento artístico, político e filosófico surgido no final do século XVIII.), popularizaram-se clichês que, atualmente, são tidos como verdades absolutas no mundo inteiro, mas que tornaram-se marcas registradas do pensamento socialista como, por exemplo, "quem vê cara, não vê coração" ou "não importa quem você seja por fora, e sim por dentro". Não à toa, o que mais se vê ao longo das últimas décadas é uma propagação em larga escala de filmes, livros, quadrinhos, seriados, novelas e games que retratam, na esmagadora maioria das vezes, as figuras patriarcais, austeras e conservadoras feito meras fachadas para vilões dos mais cruéis e sanguinários. Olhe para praticamente qualquer longa-metragem contendo a presença de militares realizado nos últimos 40 anos e constatará que, a menos que a produção em questão seja um filme propriamente de guerra ou que o mocinho do filme seja um militar que discorde de seus superiores; as forças armadas são geralmente retratadas como vilãs. 
 
   Abstende-vos de toda a aparência do mal.- 1 Tessalonicenses 5.22.
 
Ao passo que as Escrituras Sagradas afirmam que não basta ser bom, precisamos parecer bons; Satanás não suporta os padrões estéticos inerentes à natureza humana; motivo pelo qual atua como difusor da desordem e do caos; motivo pelo qual os esquerdistas se acham mais virtuosos por andarem vestidos feito hippies; motivo pelo qual a aparência de boa parte dos seus homens oscila entre o selvagem e o efeminado, enquanto a de muitas de suas mulheres oscila entre o desleixo e o masculinizado.

Voltando ao Capitão América, não custa lembrar que, em 2015, a editora já denotava sinais de que era incômodo manter o supersoldado em seu elenco, uma vez que puseram um outro personagem para vestir o uniforme no lugar de Steve Rogers (que é o Capitão original): o Falcão. Embora nunca tenha tido sua posição política explorada no passado (numa época em que quadrinhos não eram ainda plataforma política para ativismos), de uma hora para outra o Falcão convenientemente tornou-se socialista fanático assim que vestiu o uniforme com as cores do EUA (sabe como é, né... o personagem é negro e, para essa gente, um negro não é negro se não for de esquerda.). Na ocasião, puseram o "novo Capitão América" para ser chamado de "Capitão Socialista" num claro reconhecimento de que o socialismo é uma força oposta à América, o colocaram prestigiando uma parada gay e, como polêmica nunca é demais; trouxeram como vilões da trama um grupo de cristãos conservadores. Portanto, fica claro feito a neve que eles já vem há um bom tempo procurando alternativas para manterem o supersoldado sob marcação pesada: o mataram, o substituíram por outros 2 personagens em apenas de 10 anos (um ex-agente soviético e um socialista...) e, por fim, o tornam não somente um nazista, como também um falso conservador (lembre-se: ele não "virou" um nazista, e sim "revelou que sempre foi um".). 


Não custa lembrar que, uma das sagas das HQ's da Marvel de maior sucesso e que, recentemente, foi adaptada para o Cinema (Guerra Civil, cujo diretor insinuou muito sutilmente que o afeto entre os personagens principais da trama pode ser de cunho homossexual) mostra um conflito que, se fosse traduzido para a vida real, se daria exatamente entre esquerda e direita. Na trama, o governo resolve impor uma forma de controle Big Brother à vida dos super-heróis sob o pretexto de impedir que algum deles passe para o lado do mal ou faça mau uso de seus poderes. Então, ocorre um racha: de um lado, ficam os heróis favoráveis ao controle e, do outro, ficam os que se opõem à vigilância onde, obviamente, acabam marginalizados. Numa época na qual ideologias políticas e filosóficas favoráveis a um Estado totalitário ganham cada vez mais força, seria só uma questão de tempo até que os quadrinhos fossem atingidos por isso, já que a ideia de "pessoas com super-poderes que combatem vilões por conta própria" acaba sendo indiretamente uma analogia perfeita a "cidadãos livres e armados que ajudam a manter a ordem na sociedade"; algo com um potencial de inspiração conservadora (especialmente quando falamos de "constituição americana".) que, definitivamente, não poderia continuar correndo solto por aí. Quem não se lembra do estrago cultural à esquerda americana que fez Frank Miller ao revolucionar a indústria de quadrinhos apresentando um Batman "inimigo do Estado"? Um Estado que, diga-se de passagem, é tão controlador que envia sua principal arma para solucionar o "problema" de uma única cidade. Quando foi lançado na década de 1980, o Batman de Miller caiu nas graças do público; mas hoje é chamado de fascista pela hegemonia cultural de esquerda que assumiu as rédeas do jogo e, sob o intuito de não sofrer mais esse tipo de golpe, a Marvel começou a usar suas sagas, como é o caso de Guerra Civil, para, sutilmente, mediante heróis que absurdamente aceitem e façam apologia ao controle governamental sobre a vida privada da população; doutrinar seus jovens leitores e espectadores (veja aqui como tem dado certo.). Não por acaso, adivinha de que lado ficaram os heróis mais populares da editora? 


E ainda há quem se surpreenda com o fato do "pai da Marvel", Stan Lee, ter dado apoio ao que estão fazendo com o Capitão América. Ora, o homem criou um herói negro com o nome de "Pantera Negra", os X-Men como uma analogia às minorias raciais e LGBT's, o Hulk tendo o Exército como seu principal inimigo, o Demolidor com roupa de demônio (por sinal, no EUA ele se chama "Demônio Audaz"), o Homem de Ferro anti-armamentista, o Quarteto-Fantástico como uma família alternativa (onde não há pai e mãe.), o Dr.Estranho mergulhado em Nova Era e o Homem Aranha tendo de fazer o sinal da besta para lançar suas teias. Por favor, alguém realmente esperava que aquele senhor fosse reclamar de um Capitão América nazista (logo o Capitão, que é um dos poucos personagens do começo da Marvel a não serem criados por ele?)? Aliás, devo recordar que, o mesmo Stan Lee, em 2000 criou a animação Stripperella sobre uma heroína stripper inspirada e dublada pela atriz pornô Pamela Anderson.

   
Enfim, não duvido que eles ponham o Capitão nos eixos novamente um dia, pois dificilmente eles lucrarão com o personagem como antagonista da mesma maneira que lucram quando ele é o mocinho; além do simples fato de que, mesmo que o supersoldado volte a ser um herói um dia, a mensagem já terá sido dada: "jamais confie num conservador". Entretanto, tendo em vista a pedra no sapato que ele vem sendo à editora, fica a pergunta: quais serão as próximas versões do Capitão América?
   
Leandro Pereira     

domingo, 19 de junho de 2016

NEY MATOGROSSO: AGENTE DE PROGRAMAÇÃO MENTAL?



Qual é o segredo de Ney Matogrosso?
A questão do liberalismo promovido pela mídia corporativa é hoje um assunto muito discutido, e muitas evidências de que isso é feito propositalmente e com a intenção de corromper as famílias, assim como a população em geral, vem sendo constantemente apresentadas. Mas quem pensa que isso é alguma novidade, se engana, esse trabalho vem sendo feito de forma lenta e gradual, e no Brasil, o seu maior expoente sempre foi e ainda é, aos setenta e poucos anos, Ney Matogrosso.

Outro dia eu por acaso estava ouvindo uma antiga música do Ney Matogrosso, e também por acaso prestei atenção na letra, e fiquei em choque, porque essa música, já em 1978, era tema de uma novela da Globo:

Novela: Pecado Rasgado (Rede Globo)
Ano: 1978 - Música: Não Existe Pecado ao Sul do Equador

E portanto, já naquela época, tocava pelo menos duas vezes por dia, para toda a família que estivesse assistindo à novela! Aliás, vale observar que o Ney gozava de um trâmite impressionante, mesmo na dita Ditadura, sempre se apresentou como quis e cantou o quis, ficando milagrosa e misteriosamente fora do alcance da censura. Na Globo, desde que surgiu, tem uma música sua como tema principal de abertura de novela, praticamente todos os anos, desde 1976!

E não foi só isso, ele era o preferido da Globo para as mini-séries e para os especiais infantis. Casualidade? Ou deliberada intenção de intervir de forma nociva na infância das crianças brasileiras?

Qual é a linha tênue que separa o conservadorismo da libertinagem?

(Abaixo, trecho de sua biografia wikipédia)

É considerado um dos principais precursores da androginia enquanto estética de arte, desenvolvida inicialmente com a Tropicália. Apresentando coreografias erotizantes e expondo sua masculinidade como um contraponto à ousadia nos tempos de chumbo, Ney acaba por influenciar toda uma geração de artistas. Também é coreógrafo, iluminador e dançarino, atuando como diretor geral de seus espetáculos musicais; o espetáculo Sou eu, dirigindo Simone, foi considerado o melhor do ano (1992), um espetáculo de Cazuza (O tempo não pára), RPM e ganhou o extinto Prêmio Sharp de Música com os temas Gilberto Gil e Ângela e Cauby de Ângela Maria e Cauby Peixoto. Atuou também como ator de cinema (no longa-metragem Sonho de valsa, de Ana Carolina e no curta Caramujo flor de Joel Pizzini), foi responsável pela iluminação de espetáculos de Nana Caymmi, Nélson Gonçalves, Chico Buarque, da Fundação Osvaldo Cruz e peças de teatro, como Somos irmãs e Mistério do amor.

Como se explica?


Não existe pecado ao Sul do Equador
Ney Matogrosso

Não existe pecado
Do lado de baixo do Equador
Vamos fazer um pecado
Rasgado, suado
A todo vapor...

Me deixa ser teu escracho
Capacho, teu cacho
Um riacho de amor
Quando é lição de esculacho
Olha aí, sai de baixo
Eu sou professor!...

Deixa a tristeza prá lá
Vem comer, me jantar
Sarapatel, caruru
Tucupi, tacacá
Vê se me usa, me abusa
Lambuza
Que a tua cafuza
Não pode esperar...

Deixa a tristeza prá lá
Vem comer, me jantar
Sarapatel, caruru
Tucupi, tacacá
Vê se me esgota
Me bota na mesa
Que a tua holandesa
Não pode esperar...

Auuuuu!
Não! Não! Não!
Auuuuu! Não!
Ai! Ai!
Ah!...

Não existe pecado
Do lado de baixo do Equador
Vamos fazer um pecado
Rasgado, suado
A todo vapôr...

Me deixa ser teu escracho
Capacho, teu cacho, diacho
Um riacho de amor
Quando é lição de esculacho
Olha aí, sai de baixo
Que eu sou professor!...

Deixa a tristeza prá lá
Vem comer, me jantar
Sarapatel, caruru
Tucupi, tacacá
Vê se me usa, me abusa
Lambuza
Que a tua cafuza
Não pode esperar...

Deixa a tristeza prá lá
Vem comer, me jantar
Sarapatel, caruru
Tucupi, tacacá
Vê se me esgota
Me bota na mesa
Que a tua holandesa
Não pode esperar...

Vem! Vem! Vem!
Ah! Ah! Vem! Ah! Ah!
Ah!...


trilhas para novelas, especiais infantis e mini-séries.


Novelas

Novela: Saramandaia (Rede Globo)
Ano: 1976 - Música: Pra Não Morrer de Tristeza

Novela: Coquetel de Amor (Rede Globo)
Ano: 1977 - Música: Bandido Corazón - abertura de Espelho Mágico

Novela: O Espantalho (Rede Record)
Ano: 1977 - Música: A Gaivota

Novela: Pecado Rasgado (Rede Globo)
Ano: 1978 - Música: Não Existe Pecado ao Sul do Equador

Novela: Sinal de Alerta (Rede Globo)
Ano: 1978 - Música: Dos Cruces

Novela: Feijão Maravilha (Rede Globo)
Ano: 1979 - Música: Tic-Tac do Meu Coração

Novela: O Todo Poderoso (Rede Bandeirantes)
Ano: 1979 - Música: Ardente

Novela: Chega Mais (Rede Globo)
Ano: 1980 - Música: Falando de Amor

Novela: Um Homem Muito Especial (Rede Bandeirantes)
Ano: 1980 - Música: Doce Vampiro

Novela: Baila Comigo (Rede Globo)
Ano: 1981 - Música: Viajante

Novela: Jogo da Vida (Rede Globo)
Ano: 1981 - Música: Vida, Vida

Novela: Sétimo Sentido (Rede Globo)
Ano: 1982 - Música: Jeito de Amar

Novela: Paraíso (Rede Globo)
Ano: 1982 - Música: Promessas Demais

Novela: Sabor de Mel (Rede Bandeirantes)
Ano: 1983 - Música: Tanto Amar

Novela: Vereda Tropical (Rede Globo)
Ano: 1984 - Música: Vereda Tropical

Novela: Antonio Maria (Rede Manchete)
Ano: 1985 - Música: A Dança da Lua - com Eugenia Melo e Castro

Novela: Ti Ti Ti (Rede Globo)
Ano: 1985 - Música: Manequim

Novela: O Outro (Rede Globo)
Ano: 1987 - Música: O Mundo É Um Moinho

Novela: Deus Nos Acuda (Rede Globo)
Ano: 1992 - Música: Maria Escandalosa

Novela: Renascer (Rede Globo)
Ano: 1993 - Música: Cheiro de Saudade

Novela: Dona Anja (Rede SBT)
Ano: 1996 - Música: Não Existe Pecado ao Sul do Equador

Novela: Fascinação (Rede SBT)
Ano: 1997 - Música: No Rancho Fundo - com Rafael Rabello

Novela: Serras Azuis (Rede Bandeirantes)
Ano: 1998 - Música: Trenzinho Caipira

Novela: Uga Uga (Rede Globo)
Ano: 2000 - Música: Viralata de Raça

Novela: Sabor da Paixão (Rede Globo)
Ano: 2002 - Música: Tive Sim

Novela: O Clone (Rede Globo)
Ano: 2002 - Participação: Divulgação Hanseníase, no bar da Dona Jura

Novela: Sabor da Paixão (Rede Globo)
Ano: 2003 - Participação: encerramento da novela, cantando pela paz

Novela: Kubanacan (Rede Globo)
Ano: 2003 - Música: Coubanakan v.75

Novela: Celebridade (Rede Globo)
Ano: 2004 - Música: A Ordem é Samba - com PLAP

Novela: Belíssima (Rede Globo)
Ano: 2006 - Música: Belíssima

Novela: Negocio da China (Rede Globo)
Ano: 2008 - Música: Lig Lig Lig Le

Novela: Beleza Pura (Rede Globo)
Ano: 2009 - Música: Veja Bem Meu Bem

Novela: Tempos Modernos (Rede Globo)
Ano: 2010 - Música: Segredo

Novela: Passione (Rede Globo)
Ano: 2010 - Música: A cor do desejo

Novela: Ti Ti Ti (Rede Globo)
Ano: 2010 - Música: Seu Tipo

Novela: Insensato Coração (Rede Globo)
Ano: 2011 - Música: Verdade da Vida

Novela: Fina Estampa (Rede Globo)
Ano: 2011 - Música: Nada por mim

Novela: Salve Jorge (Rede Globo)
Ano: 2013 - Música: Mesmo que seja eu

Novela: Sangue Bom (Rede Globo)
Ano: 2013 - Música: Poema

Novela: Saramandaia (Rede Globo)
Ano: 2013 - Música: A cor do desejo


Mini-séries e Seriados

Mini-Série: Tereza Batista (Rede Globo)
Ano: 1992 - Música: Malmequer - com Aquarela Carioca

Mini-Série: Mulher (Rede Globo)
Ano: 1999 - Música: Novamente

Mini-Série: O Quinto dos Infernos (Rede Globo)
Ano: 2002 - Música: Barco Negro

Mini-Série: A Turma do Pererê (TV Brasil) * de Ziraldo
Ano: 2002
Mini-Série: Sítio do Picapau Amarelo (Rede Globo)
Ano: 2005 - Música: Sem Medo de Assombração


Especiais Infantis na TV

Especial Infantil: Arca de Noé (Rede Globo)
Ano: 1980 - Música: São Francisco - participação no elenco

Especial Infantil: Arca de Noé II (Rede Globo)
Ano: 1981 - Música: A Galinha D’Angola - participação no elenco

Especial Infantil: Uma Aventura no Corpo Humano (Rede Globo)
Ano: 1984 - Música: Eu Sou Rei


Firenze(http://forum.antinovaordemmundial.com/

PAIS QUE CRIEM FILHOS COMO HOMENS E FILHAS COMO DAMAS: UM PAPEL EM EXTINÇÃO NA SOCIEDADE ATUAL


Crianças precisam de mais patriarcado, não menos
1 de agosto de 2014
O pai de OJ Simpson era um homossexual que trocou sua mãe
por um homem quando seu filho tinha três anos de idade.
Há quase 20 anos, o professor de psicologia David Gutman escreveu sobre as conseqüências não intencionais ocorridas nas famílias criadas por mães solteiras. Os meninos precisam do pai, a fim de separarem-se da mãe e superarem sentimentos de onipotência juvenil. Caso contrário, os seus complexos edipianos irão resultar em comportamentos violentos, anti-sociais.
"Transtornos de desenvolvimento são um dado quando visto através da lente da psiquiatria."
--Russell, Que enviou este artigo.
"A mãe Natureza pode ser do sexo feminino, mas ela não é ... uma feminista. Ela não credencia arranjos parentais que desrespeitem suas leis, mesmo que eles sejam promovidos por alguma irmandade secreta auto-ungida."
Comentário de Henry Makow: A humanidade está sob a influência de um culto satânico que inverte a natureza, a verdade e a moralidade. O assalto ao gênero e à família faz parte de um programa a longo prazo para desumanizar e escravizar a raça humana.
por David Gutmann
Na ausência dos Pais
First Things fevereiro 1995
(Abreviado / editado por henrymakow.com)
As feministas de gênero ainda não entenderam ... Desde que Philip Wylie escreveu seu texto enfurecido no American Momism “De Volta à Década de Trinta”, vários comentaristas astutos, ... tem dito que as crianças americanas, e especialmente os meninos, precisam de mais patriarcado- no melhor sentido do termo, e não mais matriarcas "habilitadas". Essas crianças precisam particularmente de pais que sejam difíceis,... porém que não sejam brutos, machistas e tiranos. Carinhosos, mas, no geral, dispondo menos carinho do que suas esposas.
Eu posso escrever “essas heresias” sem medo das represálias do politicamente correto, uma vez que já ignorei há muito tempo à Associação Americana de Psicologia, além do simples fato de, na minha idade, já não precisar me preocupar com construção alguma de carreira...
Assim, à medida que consideramos a nova paternidade uniparental ou bi-materna (por exemplo: famílias de mães solteiras ou casais de lésbicas) temos que avaliar não só o bem-estar, a liberdade e os direitos dos adultos, mas também as exigências de desenvolvimento das crianças que elas presumem necessitar.
O que é bom para a General Motors não é necessariamente bom para o país; e o fato de algumas mulheres sentirem-se bem ao adotarem alguma nova tendência ou ao casamento gay não significa necessariamente que suas escolhas sejam benéficas para seus filhos. A mãe natureza pode ser do sexo feminino, mas ela não é ... uma feminista. Ela não irá credenciar arranjos parentais que violem suas leis, mesmo que eles sejam realizados em meio aos trovões de uma irmandade auto-ungida.
PAIS HABILITAM MENINOS A SE SEPARAREM DE SUAS MÃES
Vamos começar com uma das ordenanças claras da mãe natureza, um imperativo de desenvolvimento que é reconhecido tanto na prática ritual, como no cotidiano comum por todas as sociedades humanas bem-sucedidas. A fim de amadurecer como indivíduos distintos e futuros pais, ... os meninos tem de se separar, no sentido psicológico, de suas mães- cujo destino biológico não compartilham.
O trabalho dos homens é feito na periferia comum e, sendo assim, antes de se tornarem criaturas do perímetro e muito antes de poderem começar a pensar em si mesmos como pais confiáveis, os meninos têm de libertar-se da sensação de que são extensões de suas mães.
A seu tempo, “patriarcas papais”, isto é, orientadores que são diferentes das mães (admiráveis ​​à sua maneira) - desempenham um papel único ao promoverem a migração psicológica de seus filhos para longe do “colo da mamãe” e para algum papel digno na periferia. O pai competente facilmente se adequará a todos os desafios da criação (incluindo provocações que seu filho venha a sofrer) e estará diante dos olhos do filho não somente como uma figura a ser invejada, mas também alguém admirável: um pilar de força. Como tal, o pai abre um “guarda-chuva de segurança” onde o filho pode se abrigar temporariamente, enquanto vai se mostrando uma pessoa distinta da mãe... As sociedades tradicionais normalmente organizam ritos de passagem, provações de algum tipo ou outro para marcar a passagem do menino de "filho da mãe" para "filho do pai."... Se ele resistir com alguma graça ao castigo que os pais derem, então ganhará o direito de ser seu filho, o aprendiz que algum dia herdará “seus poderes especiais”...
Complexo de Édipo
O papel dos pais na criação do filhos, representado na sociedade na forma de superego, foi esclarecido por muitos psicanalistas da seguinte maneira: “os principais alunos que se encontram na faixa-etária do que é conhecido como ‘complexo de Édipo’ no desenvolvimento da criança, muitas vezes carregados com ilusões de onipotência ainda não testadas, são movidos logo cedo a desafiar às prerrogativas e posses do pai.”
Caso eles se voltem contra os verdadeiros patriarcas, os pais que não se deixarem abater pela afronta e pela ameaça iminente de uma inimizade dos seus filhos, estarão automaticamente ensinando alguns princípios básicos da realidade masculina como, por exemplo: “garoto, você não é grande, poderoso ou esperto o bastante; mas sim pequeno, fraco e imaturo.” Desse modo, não irá demorar até que os meninos cheguem à conclusão de que, a partir do momento em que dão o devido respeito a seus pais, fatalmente serão protegidos por quem é maior, mais forte e mais experiente do que eles. Resumindo: o respeito de um filho por seu pai não é natural, e sim conquistado.
Assim, quando os pequenos filhos percebem a contragosto que não podem vencer as prerrogativas e poderes do pai pela força, automaticamente eles passam a ter um novo entendimento acerca da dinâmica que deve existir junto ao patriarca: "Se você não pode vencer o inimigo, junte-se a ele." Consequentemente, irão abandonar à fantasia infantil de desafiar os poderes do pai em troca de uma aprendizagem disciplinada e amorosa. Neste momento, a auto-estima do menino será baseada cada vez mais em experiências de domínio real, e não em fantasias e delírios de onipotência...
A partir de agora, os seus inimigos não serão encontrados em sua própria casa ou comunidade, mas sim do lado de fora, na periferia. Filhos dos pais podem até virar terríveis assassinos, mas não dos seus parentes ou vizinhos. Filhos criados por mães, ao contrário, costumam ser mimados e agressivos tanto dentro de casa como fora dela, estando sempre inclinados a abusar de seus parentes idosos, suas mulheres ou mesmo seus filhos.
Filhos reconhecidamente “quadrados” por respeitarem e honrarem pais patriarcais crescem para proteger às mulheres de sua casa e cidade, e não atacá-las (embora exceções existam). Eles se tornam protetores (às vezes até de forma excessiva) de suas mães, esposas, namoradas e filhas. Quando existe a necessidade de matar, matam os homens que vem de fora para machucar às suas mulheres e filhos.
CONSEQUÊNCIAS DE FAMÍLIAS matriarcais
Qual é o destino dos filhos que crescem sem um pai ou com um pai que é pouco mais que um andrógino e, muitas vezes, um ineficaz clone da mãe? Uma consequência é clara: na ausência de um pai convincente, a presença da mãe enche não só a estrutura externa, mas também espaço psíquico interior de seu filho. Esses meninos-filhos de mulheres solteiras, casais de lésbicas ou desvalorizados não atingem a distância psicológica adequada de suas mães quando chega a época certa. Crianças sem pais costumam encontrar formas alternativas, embora menos confiáveis para se cortar o cordão de ouro. Os meninos que não conseguem atingir a distância psicológica de suas mães acabam criando meios para compensarem à essa distância tanto de forma física, quanto social.
Em sua essência, esta poderia ser a história de OJ Simpson, cujo caso está sendo julgado enquanto eu escrevo. Simpson não é, certamente, um produto típico do patriarcado misógino exercido por seus superiores e companheiros de vestiário que realizam farras com mulheres, muito pelo contrário: aos quarenta e sete anos de idade, ele parece ser o "filho da mãe", um protótipo agora destruído durante sua passagem problemática pela meia-idade. Venho clinicando e estudando as crises de meia-idade entre negros e brancos, ricos e pobres nos últimos 15 anos.
Apesar de sua célebre história, O.J não é um caso atípico da síndrome. Para começar, seu pai, conhecido no bairro como "Doce Jimmy" Simpson, não era um patriarca de verdade. Em vez disso, ele era notoriamente um homossexual que, aparentemente, trocou a mãe de O.J por um homem quando seu filho tinha três anos de idade, tendo morrido provavelmente vitimado pela AIDS em 1986. Sozinha, a mãe de O,J teve de se dedicar e dar duro para superar os desafios assustadores de criá-lo.
No entanto, quando chegou à adolescência, O.J previsivelmente trocou a mãe pelo mundo das gangues e drogas. Sem um pai para persuadi-lo, ele teve a sorte de ser resgatado por um renomado homem negro que o convenceu acerca do seu potencial para se tornar um grande atleta. Willie Mays mostrou a O.J o quão excitante poderia ser sua vida. Assim, patrocinado por uma "figura paterna", O.J encontrou um caminho distante do mundo da mãe que não o levou à marginalidade. Ele aceitou a disciplina patriarcal dos treinadores e vestiários, passou a ganhar o prêmio Heisman Trophy e tornou-se o lendário "Juice" (suco).
Os impulsos violentos de Simpson em relação às mulheres realmente não floresceram até que ele se aposentasse do futebol, quando ele largou os vestiários. Novamente longe de uma figura patriarcal (uma vez que já não tinha mais a companhia dos “patriarcas improvisados”, isto é, seus treinadores e colegas veteranos da NFL), O.J, assim como muitos dos meus pacientes de meia-idade, voltou a ter sua integridade ameaçada por conta dos laços rompidos com sua mãe. Resultado: acabou estendendo inconscientemente esse“rompimento materno” aos exemplares femininos de mães que encontrou quando adulto: suas mulheres.
Mais uma vez ele ficou a um passo de se tornar um "filhinho da mamãe". Tendo perdido o caminho "patriarcal" dos desportistas, ele entra inicia uma queda-livre frenética: se comportando feito um adolescente ameaçado, ele começa a impor distância física e emocional entre ele e as mulheres que julgou como “perigosas”. Assim, ele se divorciou de duas mulheres e, certamente, a violência praticada contra Nicole Simpson foi um ato conduzido por seus ciúmes patológicos e medos habituais de um homem inseguro quanto à própria masculinidade (por isso ele a matou!). Os problemas de um filho com seu pai podem atingir não somente à sua infância e adolescência, mas aos seus últimos anos também.
CONCLUSÃO
Mesmo com as mães “moderninhas” congratulando-se por sua própria ousadia e "crescimento", os seus filhos e, eventualmente, elas próprias estarão em risco. As revoluções de educação infantil que em nome da libertação das mulheres do patriarcado diminuem os pais, acabam inevitável e paradoxalmente levando-as a ainda mais perda de liberdade; fato que resulta em inúmeros casos de violência masculina inconsequente.
As trombetas da ideologia feminista temporariamente afogam e abafam a voz da realidade, fato que infelizmente leva a natureza negada a retornar sob lampejos mais selvagens. “Acordar o gigante” mediante protestos não repara o dano, tampouco reverte a entropia social que eles provocam.
A medida do patriarcado em casa é, paradoxalmente, a principal garantia da democracia em nossa vida pública. Nós ainda podemos ter uma escolha: Ou reconhecer a graça especial e o status do pai dentro da família, ou eventualmente sofrer na anarquia, no crime, na lei-marcial, e, finalmente; na cortina de ferro do Big Brother sobre nossas relações domésticas e públicas.
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David Gutmann é Professor de Psicologia e Educação da Universidade Northwestern e autor, mais recentemente, de Regenerada Powers: Homens e Mulheres na Vida Mais tarde (Northwestern University Press).
Graças a Russell!
Abaixo, segue o comentário da leitora Victoria, uma amante do blog do Henry Makow que, na minha opinião, foi mais feliz do que o próprio autor do artigo ao retratar como deve funcionar um lar verdadeiramente saudável:
Tudo o que posso dizer sobre o artigo de David Gutman é "OUÇAM! OUÇAM!” Como mãe de dois filhos que vem de um legado de homens fracos, posso confirmar completamente o que ele diz. Como mãe de uma filha que não foi protegida por um pai eu também posso concordar com isso. Enquanto minha filha veio de fora relativamente bem (embora, infelizmente, com uma tendência a escolher parceiros masculinos que parecem estar olhando mais para as sogras, em vez das namoradas), seus dois irmãos são tão (não sei ao certo, mas acho que são.) virgens, quanto incertos acerca de sua atração pelas mulheres ou mesmo pelos homens. Que confusão ...
O melhor método dos pais na criação dos filhos deve ser: uma mãe mais dominante com sua filha e menos com seus filhos, ao passo que os filhos precisam de uma figura paterna forte e imponente para bater de frente com a rebeldia dos meninos. Amor e carinho devem ser mais do pai para com a filha e da mãe para com o filho. Somente assim ambos crescerão adequadamente inclinados a manifestarem afeto pelo sexo oposto. No final das contas, a coisa toda é uma questão de equilíbrio e de retornarmos ao ponto central dentro de nós mesmos.
Infelizmente, para a sociedade como um todo, graças a um excesso de "feminismo" as coisas foram longe demais em direção às mulheres "fortes e arrogantes". Eu sei do que falo porque tive um pai que era arrogante para com as mulheres e uma mãe que se recusou terminantemente a defender seu sexo contra a truculência do marido. Então, mais uma vez, todos nós precisamos trabalhar juntos para resolver essas questões, lembrando que nosso único trabalho nesta vida é desempenhar o papel que nos foi dado para jogar e para fazê-lo da forma mais equilibrada possível.

Fonte: http://www.henrymakow.com/2014/08/children-need-more-patriarchy.html (tradução e edição: Leandro Pereira.).

ACREDITE: A PALAVRA "HETEROSSEXUAL" ENCONTRA-SE EM EXTINÇÃO NAS LÍNGUAS DE TODO O MUNDO.



E NÃO É SÓ ISSO: OS CONCEITOS HETEROSSEXUAIS, DE UM MODO GERAL, ESTÃO CADA VEZ MAIS SENDO EMPURRADOS PARA UMA ESPÉCIE DE LIMBO CULTURAL!
Agora, os heterossexuais estão no armário
27 novembro, 2008
por Henry Makow Ph.D.

(De outubro 2004 atualizado 27 de novembro de 2008) 
Embora 97% da população não seja gay, há relativamente pouco apoio cultural para instituições heterossexuais (família, maternidade, paternidade); papéis heterossexuais (masculinidade e feminilidade); e eventos da vida heterossexual (namoro, casamento, nascimento e criação dos filhos.).
Embora a construção de uma família forte seja, provavelmente, o propósito da vida e chave da felicidade para a maioria, este conhecimento tem sido mantido em segredo. Milhões de dólares são gastos para fazer as mulheres descobrirem sua vocação profissional, mas nem um centavo para se tornarem mães. Pelo contrário, as mulheres que dedicam suas vidas à família são criticadas.
Se você pesquisar "heterossexual" no Google, receberá 16 milhões de citações. Agora, experimente procurar por "homossexual" e receberá mais de 20 milhões de citações, o que chega a ser assombroso se considerarmos que se trata de um grupo composto por apenas 3% da população ("Lésbica" atinge 10 milhões de citações.).
Por pessoa, "homossexual" recebeu 100 vezes mais acessos em suas citações do que "heterossexual". "Homossexualidade (10,7 milhões de citações)” tem cerca de 11 vezes as visualizações de "heterossexualidade (990.000)”. Por pessoa, a homossexualidade tem 3500 vezes mais acessos do que heterossexualidade.
O fato de a palavra "heterossexualidade" estar em desuso é uma ilustração chocante do vácuo cultural que a maioria não-gay habita. Nosso status de maioria não explica tamanho "déficit". Em termos de apoio cultural, os não-gays encontram-se abatidos ou, como vou sugerir a seguir, envenenados.
Outro exemplo: há 21 vezes mais a presença em nossos livros de sebos ​​contendo a palavra "homossexualidade" do que "heterossexualidade" (24233-1154). Por capítulo, isso significa que existem 6.750 referências à homossexualidade para cada referência à heterossexualidade.
Os heterossexuais estão sendo vítimas de uma lavagem cerebral extremamente sutil e subliminar que pretende levá-los a não mais escandalizarem-se com a prática homossexual, e sim enxergá-la feito a coisa mais natural do mundo. Há exceções, mas em geral o estilo de vida e as práticas heterossexuais não são mais comemorados. Em vez disso, eles são retratados de uma forma preconceituosa e caricata. 
Por outro lado, o comportamento homossexual é glamourizado e estimulado entre as novas gerações.O clip de Kate Perry intitulado "I Kissed a Girl" tem mais de um milhão de visualizações no Youtube.  
Certamente o sexo, de um modo geral, vem sendo cada vez mais banalizado na sociedade. Contudo, em se tratando dos homossexuais, nunca foi segredo algum que os níveis de promiscuidade e falta de comprometimento na relação inegavelmente são muito maiores. Desse modo, ao  analisarmos o comportamento heterossexual moderno, de uma certa maneira; vemos que os heterossexuais estão sendo transformados em homossexuais no sentido de seguirem à esta tendência diabólica tornando-se incapazes de estabelecer um vínculo sólido e permanente com o sexo oposto(uma homossexualidade indireta ou “por tabela”.). 
Heterossexualidade é a base do ciclo de vida natural; não é uma "preferência sexual". Não-gays, especialmente as mulheres, são naturalmente monogâmicos porque, em última análise, a heterossexualidade é sobre procriação.

Normas e instituições heterossexuais são rotineiramente ridicularizadas e ofendidas nos meios de comunicação em massa.
Por exemplo, na cena de abertura do filme de sucesso, American Pie 3- O Casamento, que se destina a adolescentes impressionáveis, a futura noiva realiza sexo oral no noivo escondida debaixo de uma mesa em um restaurante lotado.
Na recepção de casamento, um amigo indisciplinado do noivo acidentalmente faz sexo com a avó do noivo num armário escuro. Ele pensou que estava transando com a irmã da noiva. A avó, por sua vez, fica tão contente que deixa de ser contra o casamento de seu neto. Na cena final, um outro amigo faz carícias na mãe do amigo rebelde em pleno banho de espuma.
Este assalto cultural em normas heterossexuais faz parte de um programa a longo prazo realizado pela elite financeira judaica maçônica para diminuir a população, destruir a família e desestabilizar a sociedade.
“Viagem na maionese”, você disse?
A Fundação Rockefeller está financiando esta campanha. Digite no Google "Rockefeller Foundation" e "Estudos sobre as Mulheres" e você receberá 136 mil referências, todas contendo muito apoio e reconhecimento. Digite RF e "homossexual" e você receberá 221 mil referências. Digite RF e "heterossexual" e você terá apenas 11.700 referências, das quais a maioria se dá em relação à promoção do homossexualismo.
A Fundação Rockefeller está na vanguarda dos esforços da elite global para criar uma raça de escravos. Durante quase um século, ela financiou a pesquisa e o lobby dos projetos de controle da população (a pílula, o aborto), do sexo avesso à procriação (por exemplo, a "Revolução Sexual", do famigerado relatório Kinsey) e da destruição da família nuclear.
Ele financiou o movimento eugênico no mundo inteiro, incluindo as experiências do Dr. Josef Mengele em prisioneiros de campos de concentração ao vivo. É o mesmo tipo de gente que vem promovendo, por exemplo, o feminismo.
A agenda da Fundação Rockefeller é refletida no governo, educação e meios de comunicação. Não importa em qual partido você vota, que rede de TV você assiste ou em qual universidade você estuda. A agenda é a mesma: a Nova Ordem Mundial, o fascismo não tão amigável executado por um cartel com sede em Londres e sua filial de Nova York.
Tenho escrito mais de duas dezenas de artigos sobre como a heterossexualidade funciona. Eles tem tido bastante repercussão. Concordando comigo ou não, o fato é que eu nunca tive uma única entrevista ou chance de falar na grande mídia. Isso simplesmente mostra que a nossa sociedade "livre e aberta" é uma fraude. Temos a liberdade de expressão, mas ser ouvido já é uma outra história.
É um equívoco pensar que o comunismo está morto. O comunismo sempre foi e ainda é um instrumento da Nova Ordem Mundial.

O comunismo assume muitas formas, todas concebidas para alavancar a meta do cartel de bancos centrais por infiltração e subversão da cultura e das instituições ocidentais. O feminismo, por exemplo, foi projetado pelo comunismo para destruir a família criando assim pessoas dóceis e fáceis de se manipular.
"Estudos sobre as Mulheres", que se originaram nas Escolas de Formação Comunista, são dedicados à doutrinação e castração psicológica das mulheres jovens na universidade. Neles, elas aprendem que os homens ("o patriarcado") são a causa dos problemas do mundo. Os papéis de gênero e família são invenções sociais que oprimem as mulheres. Assim, elas dedicam anos preciosos de fertilidade para iniciar uma carreira profissional ao invés de uma família.
A partir dos "Estudos da Mulher", militantes feministas se espalham por todas as esferas da sociedade atuando como "agentes de mudança" e verdadeiras “comissárias-Rockefeller”. Elas exigem que o registro civil seja reformulado com base na política dos decretos feministas.
Fui expulso da Universidade de Winnipeg por expor o trabalho de D.H.Lawrence, um heterossexual inconsequente. Enquanto isso, dois professores que exibiam filme pornô lésbico para meninas do Ensino Médio na escola de verão as ensinavam(e ainda estão ensinando.) a usar abobrinha para satisfazer suas necessidades sexuais.
Recomendo o livro do Dr. Charles Socarides "Homossexualidade: A Liberdade indo Longe Demais" para compreender a verdadeira natureza da homossexualidade e da campanha insidiosa para assegurar a sua generalização. Como psiquiatra, ele tratou os homossexuais por 40 anos. 
O grito de "igualdade", "tolerância" e "diversidade" é o método dissimulado clássico da elite judaica-comunista-maçônica para subverter a sociedade. Eles defendem algumas minorias retratando-as como vítimas da sociedade. Eles dividem para conquistar, colocando seus agentes minoritários no poder. Eles chamam isso de "progresso" quando, na verdade, é a desintegração social e a tirania.
Sua pretensão de "igualdade social" é desmentida pelo fato de que seus protegidos superam, individualmente em muito, qualquer outra pessoa. Trata-se de poder, e não de justiça.
No contexto atual, a chamada "tolerância", em outras palavras, deve ser interpretada como: “não-gays devem abraçar o comportamento homossexual”. Isso também é visto em sua tentativa de forçar as escolas a adotar valores gayzistas.
Os que resistem à essa tendência satânica são normalmente acusados ​​de "ódio" e "intolerância". Há uma clara distinção entre odiar os homossexuais e aceitar as diferenças sem rancor, sem querer adotar essas diferenças para si próprio, sem querer ver nossa sociedade subvertida.
O ataque aos heterossexuais prossegue na demanda por casamentos do mesmo sexo, que visa na verdade redefinir e destruir o conceito original de casamento.  
Adoções gays são crimes contra a natureza. Crianças heterossexuais precisam de modelos heterossexuais. Assim é a política do Big Brother: permitir que gays orientem crianças órfãs. Eles não querem mais permitir que homens heterossexuais eduquem adolescentes.
A homossexualidade é um transtorno do desenvolvimento. A política da elite é usá-lo para subverter a heterossexualidade. 
Em conclusão, nossos líderes políticos e culturais são homens vendidos e fraudulentos que adotaram um desejo de morte coletiva para a sociedade. Eles pensam que se venderam às "corporações". Entretanto, as empresas na sua maioria pertencem a um cartel de bloqueio. Isto é controlado por pessoas que realmente acreditam no ocultismo. Sua agenda é subverter a civilização ocidental e criar uma ditadura mundial dedicada a Lúcifer.
A promoção da homossexualidade é projetada para nos enfraquecer, por isso devemos resistir à essa tirania. Isso está por trás da falta de apoio cultural para os heterossexuais.
Vivemos num mundo onde só as minorias têm identidade para minar os interesses coletivos da maioria. Nos Protocolos dos Sábios de Sião, o autor escreve: "vamos minar todas as forças coletivas exceto a nossa." 
Podemos resistir ao reafirmar a família tradicional e os elementos necessários para torná-la forte. O ingrediente mais importante para isso é a força de uma liderança masculina responsável aliada à uma sábia e amorosa colaboração feminina.
Henry Makow (tradução e edição: Buck Williams.).
Fonte: http://www.henrymakow.com/
Comentário de Leandro Pereira: conheço uma pessoa que trabalha com sensos que me confirmou exatamente o que Henry Makow disse na matéria acima: todos sabem o que significa "homossexual (até crianças.)", porém poucas pessoas não-gays conseguem responder convictamente que são heterossexuais, pois já existe uma dificuldade popular com o significado da palavra "heterossexual".