domingo, 23 de julho de 2017

PARA AQUELES CRENTES QUE SE ACHAM A ÚLTIMA BOLACHA NO PACOTE...




Uma das passagens que mais amo nas Escrituras, provavelmente é uma para a qual muitos torcem o nariz. Ela se encontra em 2 Reis 23 e 2 Crônicas 35, e mostra o fim trágico de Josias, o governante de Judá. Ao presenciar o início de uma guerra entre dois dos maiores inimigos do povo de Deus (Assíria e Egito), Josias achou por bem se meter no conflito, porém não de maneira neutra, e sim escolhendo um dos lados: o dos assírios. Contudo, o que Josias não sabia e que o próprio faraó o relatou é que, por alguma razão desconhecida, era o próprio Deus de Israel quem estava agindo através dos egípcios naquele momento. Em outras palavras, faraó estava apenas obedecendo às ordens dadas pelo Criador. Não crendo no que o adversário alegou, Josias persistiu em tentar parar as tropas egípcias. Resultado: foi imediatamente morto em combate. Tudo porque o Altíssimo precisava usar o Egito naquele momento como um instrumento no andamento de Seu plano junto à história humana. Portanto, não era uma questão de elo espiritual com os egípcios, e sim unicamente de "mexer a peça da vez" do tabuleiro.

Quem eram os egípcios? Idólatras, politeístas, feiticeiros e opressores.
Quem era Josias? O rei judeu mais fiel a Deus de todos os tempos, o homem cujo reinado recuperou as Escrituras Sagradas até então perdidas.

É isso mesmo: um servo do Senhor usado de forma vital na manutenção do Reino de Deus na Terra teve sua vida retirada de forma tão abrupta e brutal quanto um inseto pisoteado assim que intentou contra um desígnio divino.

O que aprendemos aqui? Que perante os projetos divinos não somos nada. Rigorosamente não passamos de barro na mão do oleiro. Se passagens da Bíblia como esta começassem a ser lidas e estudadas por toda e qualquer igreja que se diga cristã neste mundo, eu não daria nem 6 meses para que a igreja católica, a indústria gospel e um monte de denominações que tem por aí entrassem em crise e implodissem junto a isso que chamam de teologia, mas que na realidade não passa de antropocentrismo do mais satânico.

Leandro Pereira

terça-feira, 18 de julho de 2017

APÓS O CAPITÃO AMÉRICA NAZISTA, É A VEZ DO CORINGA TORNAR-SE BONDOSO AO VIRAR UM MILITANTE SOCIALISTA (ENQUANTO BRUCE WAYNE, O CAPITALISTA RICO, OBVIAMENTE PASSA A SER O VILÃO)



Não, você não está lendo errado. Após a Marvel transformar aquele que é um dos maiores símbolos do EUA (que, por sua vez, é um dos maiores bastiões da liberdade no mundo) em nada mais, nada menos, que um nazista (LEIA MAIS A RESPEITO AQUI); agora é a vez da DC realizar algo parecido com o Batman. Lembre-se: acabar com o conceito clássico do herói é uma das tarefas do marxismo cultural e, tendo em vista que o Batman é um dos personagens de HQ's mais apreciados por conservadores e direitistas (graças ao impacto que Frank Miller produziu sobre o Homem Morcego quando escreveu para o personagem), bem como, de longe, é a figura mais popular dos quadrinhos, nada mais natural que seu referencial de independência do Estado também seja avacalhado, afinal; Batman é tanto um capitalista bilionário bonzinho, quanto um justiceiro mascarado totalmente fora do controle Big Brother. Quer um bom exemplo do que digo? DÊ UMA OLHADA AQUI

Sem mais delonga, creio que o artigo abaixo diga tudo:






Batman: White Knight vai inverter os papéis do Coringa e do Homem-Morcego
Sean Murphy detalha a sua HQ solo que começa em outubro

07/07/2017 - 18:36 - MARCELO HESSEL

O roteirista e desenhista Sean Gordon Murphy anunciou oficialmente a HQ de Batman para a DC Comics, cujos primeiros esboços ele divulgou nesta semana. É Batman: White Knight, que inverterá os papéis do Coringa e do Homem-Morcego. 
Na HQ, o Coringa é o protetor de Gotham que tenta salvar a cidade das maquinações do milionário fantasiado de Morcego, Bruce Wayne. 

À Wired, Murphy diz que White Knight enfoca questões urbanas atuais como a violência contra minorias étnicas e desigualdade social, e não retrata Coringa como um tipo cômico. "Mas ao invés de escrever uma HQ sobre a desigualdade eu dei essas ideias para o Coringa, que lidera uma guerra na mídia contra a elite de Gotham e convence a população com sua retórica potente", diz.

"É uma ideia sensual pensar que dá pra impedir o crime com porrada, mas a solução real é bem mais tediosa: educação, melhor distribuição de renda, construção de confiança. A linha em que Batman transita entre o vigilante nobre e o opressor sempre vai se mover, à medida em que nossa sociedade muda", continua Murphy. 

"Nós sabemos que o Coringa é um gênio e pode controlar seu público, então por que não torná-lo um político? Frank Miller o desenhou inspirado em David Bowie. Eu vejo o Coringa como Don Draper", diz o autor em referência ao protagonista de Mad Men.

A HQ do "Cavaleiro Branco" terá oito edições e começa a sair em outubro.

Fonte: https://omelete.uol.com.br/quadrinhos/noticia/batman-white-knight-vai-inverter-os-papeis-do-coringa-e-do-homem-morcego/369333/

Como é que é? "A linha em que Batman transita entre o vigilante nobre e o opressor sempre vai se mover, à medida em que nossa sociedade muda"??? Ora, mas desde quando Batman é "opressor"? Somente o vitimismo esquerdista que abraça bandidos pode considerá-lo de tal forma, pois a opinião popular, muito pelo contrário; fez com que a revista que apresentou sua versão mais dura e implacável se consolidasse como o maior clássico dos quadrinhos de todos os tempos (Batman- Cavaleiro das Trevas), o que implicou automaticamente no fato de que essa faceta mais radical do vigilante veio a ser sua marca registrada desde sempre de lá para cá. Simplesmente ninguém aceita mais, nos dias atuais, um Batman que não seja sizudo e intolerante com o crime. Não custa lembrar também que, após Cavaleiro das Trevas, Miller foi catapultado ao status de "gênio" transformando-se em um dos autores mais lidos em todo o mundo. Tudo isso só prova que a opinião popular, ao contrário do que disse Sean Gordon Murphy, jamais viu o Cruzado de Capa de maneira opressora, e sim passou a curtir ainda mais suas HQ's justamente quando o personagem tornou-se rígido e inflexível. Agora, percebam o jogo de palavras  na fala de Murphy: ele disse o que disse como se, alguma vez, o herói tivesse deixado de ser nobre por causa de seu lado "opressor" (leia-se "durão"). Por isso é tão importante para essa corja usar os quadrinhos como ferramenta de engenharia social, uma vez que o público de HQ's já aprovou muitos elementos narrativos que, agora, são uma pedra nos sapatos marxistas na hora de desenvolverem seu doutrinamento sob a fachada de entretenimento.

Leandro Pereira

segunda-feira, 17 de julho de 2017

"CANAL ESCATOLÓGICO": UM VLOG DO YOUTUBE QUE VOCÊ PRECISA CONHECER




Quero começar a indicar ao leitor desta página (que, como eu, aprecia assuntos relacionados à Palavra de Deus e Nova Ordem Mundial) canais e sites que tratem de temas tão relevantes quanto os mais renomados que existem por aí, com a mesma competência dos mesmos; porém desconhecidos pelo grande público por serem administrados por pessoas simples (leia-se: sem patrocinadores fortes nos bastidores), que fazem o que fazem por amor (e não interessados em ganhar dinheiro ou conquistar seguidores fanáticos) e, principalmente; que dão um bom testemunho como cristãos. Espero, dessa forma, quebrar um pouco do fascínio e da dependência da qual muitos são reféns por, infelizmente, desconhecerem outras fontes além das mesmas de sempre.

Portanto, gostaria de apresentar aqui um canal do Youtube bastante alinhado com o que entendo e conheço por "Palavra de Deus" e "Nova Ordem Mundial": o "Canal Escatológico", do irmão Pedro Lemos, advogado e escritor (autor do livro OS REIS QUE VIRÃO e O PLANO- Uma Análise Profética da Nova Ordem Mundial) e administrador do blog Planeta Brutal.

Embora seja modesto frente às mega-produções que temos naquele ambiente, o conteúdo trabalhado nele é excelente e feito PARA QUEM GOSTA DE CONHECIMENTO, e não só de edições arrojadas. Criacionismo, traduções bíblicas, sociedades secretas e diversas curiosidades são o que pode-se encontrar no CANAL ESCATOLÓGICO. Diga-se de passagem, preciso enfatizar o quanto me surpreendo com o volume de informações exclusivas que este irmão nos traz (informações estas que, muitas vezes, nem os canais especializados em um assunto só conhecem ou disponibilizam aos seus inscritos). 

Leandro Pereira

quarta-feira, 12 de julho de 2017

ESCOLA DE FRANKFURT: TRANSFORMANDO SATANISMO EM POLÍTICA, EDUCAÇÃO E CULTURA.


Nosso declínio cultural segue sendo um plano comunista
13 de maio de 2017

A Escola de Frankfurt era um grupo de intelectuais judeus marxistas na Universidade de Frankfurt nos anos 1920-1930. Dela participavam, dentre tantos outros; Max Horkheimer, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse e Erich Fromm. Eles foram responsáveis ​​pela "Nova Esquerda" e pelo feminismo. Financiados pelo milionário judeu Felix Weill, eles foram fundamentais na degradação da sociedade ocidental de acordo com o plano cabalista (satanista) de longo prazo descrito nos Protocolos de Sião. A conexão entre comunismo e judaísmo é a cabala, ou seja, a maçonaria.

Timothy Mathews, no texto "A Escola de Frankfurt: Conspiração para Corromper" (Catholic Insight, março de 2009) demonstra que o judaísmo cabalista (maçônico) é um culto satânico. Primeiros judeus, depois maçons e agora a humanidade como um todo foram induzidos a este culto satânico (o comunismo) cujo objetivo é perverter, escravizar e explorar a humanidade. 


Nota do Editor - Planejo publicar artigos importantes porque muitas pessoas agora estão acordando para nossa verdadeira condição. O fato de que corporações e mídia promovem sem vergonha a agenda anti-nacional e anti-familiar provam que sucumbimos ao comunismo.

"A caça às bruxas nos campus universitários de hoje é meramente a implementação do conceito de 'tolerância repressiva' de Marcuse - 'tolerância para os movimentos da esquerda, mas intolerância para os movimentos da direita' - reforçada pelos estudantes da Escola de Frankfurt ". 

(A partir de 18 de janeiro de 2013) A Escola de Frankfurt- Conspiração para Corromper
Por Timothy Mathews
(Editado por henrymakow.com)

Basicamente, a [tarefa da] Escola de Frankfurt era minar o legado judaico-cristão. Eles moveram uma crítica altamente destrutiva e o mais negativa possível sobre cada esfera da vida visando desestabilizar a sociedade e destruir o que eles viam como a ordem "opressora".

Eles esperavam que suas políticas se espalhassem como um vírus- "continuando o trabalho dos marxistas ocidentais por outros meios", como observou um de seus membros. Para promover o avanço de sua revolução cultural "tranquila"... a Escola recomendou (entre outras coisas):

1. Criação de delitos de racismo.
2. Mudança contínua nos valores da sociedade para criar confusão.
3. O ensino do sexo e da homossexualidade às crianças.
4. A degradação da autoridade das escolas e dos professores.
5. Imigrações enormes para destruir as identidades nacionais.
6. A promoção do consumo excessivo de álcool.
7. Esvaziamento das igrejas.
8. Um sistema jurídico pouco fiável, com preconceito contra as vítimas de crimes.
9. Tornar o cidadão dependente dos benefícios do estado ou do estado.
10. Controle total sobre o comércio.
11. Incentivar a ruptura da família.

Uma das principais idéias da Escola de Frankfurt foi explorar a ideia de Freud de "pansexualismo", isto é; a busca do prazer, a exploração das diferenças entre os sexos e a superação das relações tradicionais entre homens e mulheres. Para promover seus objetivos, eles idealizaram:

• Atacar a autoridade do pai, negar os papéis específicos de pai e mãe, e arrancar das famílias seus direitos como educadores primários de seus filhos.
• Abolir as diferenças na educação de meninos e meninas.
• Abolir todas as formas de dominação masculina - daí a presença de mulheres nas forças armadas.
• Declarar que as mulheres são uma "classe oprimida", e que os homens são "opressores".



Wily Munzenberg (acima) resumiu a operação de longo prazo da Escola de Frankfurt: "Faremos o Ocidente tão corrupto a ponto de feder".

A Escola acreditava que havia dois tipos de revolução: (a) política e (b) cultural. Revolução cultural derruba de dentro para fora. "As formas modernas de sujeição são marcadas pela suavidade". Eles viam a revolução cultural como um projeto de longo prazo e mantiveram suas vistas claramente focadas na família, na educação, na mídia, no sexo e na cultura popular.

A FAMÍLIA PATRIARCAl

Seguindo Karl Marx, a Escola de Frankfurt enfatizou como a a mentira de que a "personalidade autoritária é um produto da família patriarcal". Foi Marx quem escreveu tão depreciativamente sobre a ideia de que a família é a unidade básica da sociedade. Tudo isso preparou o caminho para a guerra contra o gênero masculino promovido por Marcuse sob o disfarce de "libertação das mulheres".

Eles propuseram transformar nossa cultura em uma cultura dominada por mulheres. Em 1933, Wilhelm Reich, um de seus membros, escreveu em The Mass Psychology of Fascism que "o matriarcado era o único tipo familiar genuíno de sociedade natural".



Eric Fromm (acima) também era um defensor ativo da teoria matriarcal. A masculinidade e a feminilidade, segundo ele, não eram reflexos de diferenças sexuais "essenciais", como os românticos haviam pensado, mas derivavam de diferenças de funções vitais que, em parte, eram socialmente determinadas.

Os revolucionários sabiam exatamente o que queriam fazer e como fazê-lo. Eles conseguiram.

EDUCAÇÃO



Produto de uma antiga família Illuminati, Lord Bertrand Russell (acima) se juntou à Escola de Frankfurt em seu esforço de engenharia social em massa e plantou algumas sementes em seu livro de 1951 The Impact of Science on Society. Ele escreveu: "Fisiologia e psicologia oferecem campos para a técnica científica que ainda aguarda desenvolvimento. A importância da psicologia de massa foi enormemente aumentada pelo crescimento dos modernos métodos de propaganda, dos quais o mais influente é o que se chama 'educação'. Os psicólogos sociais do futuro tentarão diferentes métodos de produzir uma convicção inabalável de que a neve é ​​negra."  Russell disse também que a educação afirmará:
"Primeiro, que a influência do lar é obstrutiva.
Em segundo lugar, que não muito pode ser feito a menos que a doutrinação começa antes da idade de dez.
Em terceiro lugar, que os versos definidos para a música e repetidamente entoados são muito eficazes.
Em quarto lugar, que a opinião de que a neve é ​​branca deve ser mantida para mostrar um gosto mórbido pela excentricidade. E eu adianto: para conseguirem esse feito, os futuros cientistas terão de descobrir de antemão o quanto lhes custará para convencerem as crianças de que a neve é preta, bem como o quanto lhes custará para as convencerem de algo menos difícil como, por exemplo, de que a neve é cinza. Quando a técnica for aperfeiçoada, todo governo que tenha sido responsável pela educação de uma geração inteira será capaz de controlar seus súditos com segurança, sem a necessidade de exércitos ou policiais ". 

Michael Minnicino observou como os herdeiros de Marcuse e Adorno agora dominam completamente as universidades, "ensinando seus próprios alunos a substituirem a razão por exercícios rituais politicamente corretos ".

Há muito poucos livros teóricos sobre artes, letras ou linguagem que não reconheçam abertamente sua dívida com a Escola de Frankfurt. A caça às bruxas nas universidades de hoje é meramente a implementação do conceito de "tolerância repressiva" de Marcuse- "tolerância para movimentos da esquerda, mas intolerância para movimentos da direita"- reforçada pelos estudantes da Escola de Frankfurt.


MÚSICA, TELEVISÃO E CULTURA POPULAR



Theodor Adorno (acima) promoveu o uso de formas degeneradas de música para promover a doença mental e destruir a sociedade. Ele disse que os EUA poderiam ser colocados de joelhos somente pelo uso do rádio e da televisão mediante uma campanha de pessimismo e desespero. No final dos anos 1930 ele (juntamente com Max Horkheimer) tinha migrado para Hollywood.
A expansão de videogames violentos também apoiou bem os objetivos da Escola .

"EDUCAÇÃO SEXUAL"



Em seu livro O Fechamento da Mente Americana, Alan Bloom observou como Marcuse (acima) apelou aos estudantes universitários nos anos sessenta com uma combinação de Marx e Freud. Em Eros e Civilização – Uma Interpretação Filosófica do Pensamento de Freud , Marcuse prometeu que o enfraquecimento do capitalismo e sua falsa consciência resultarão em uma sociedade onde as maiores satisfações são sexuais. O rock tem seu papel nisso. A expressão sexual livre, o anarquismo e a liberação do inconsciente irracional: todos eles possuem o rock como elemento comum.

Valerie Riches observou como, no final da década de 1960 e no início da década de 1970, houve intensas campanhas parlamentares emanando de várias organizações no campo do controle de natalidade (isto é, a contracepção, o aborto, e a esterilização).

"A partir de uma análise de seus relatórios anuais, tornou-se evidente que um número comparativamente pequeno de pessoas estavam envolvidas de forma surpreendente em uma série de grupos de pressão. Esta rede não era apenas ligada por pessoas; mas por fundos, ideologia e, por vezes, endereços. Era também apoiada por interesses pessoais e subvenções (em alguns casos, operadas por departamentos governamentais). No coração da rede estava a Associação de Planejamento Familiar (FPA) com sua própria coleção de ramificações. O que descobrimos era uma estrutura de poder com enorme influência.


"Uma investigação mais aprofundada revelou que a rede, de fato se estendeu ainda mais longe mediante eugenia, controle populacional, controle de natalidade, reformas do direito sexual e familiar, educação sexual e saúde. Seus tentáculos chegaram a editoras; estabelecimentos médicos, educacionais e de pesquisa; organizações de mulheres e orientação matrimonial; enfim, qualquer lugar onde a influência pudesse ser exercida. A Escola de Frankfurt parecia ter grande influência também sobre a mídia e sobre funcionários permanentes nos departamentos governamentais de maior relevância.

"Durante nossas investigações, um palestrante em um Simpósio de Educação Sexual em Liverpool delineou táticas de educação sexual dizendo: 'se não entrarmos na educação sexual, as crianças simplesmente seguirão os costumes de seus pais.' O fato de que a educação sexual deveria ser o principal veículo para os vendedores ambulantes de humanismo secular, logo se tornou aparente. "

Tradução e edição: Leandro Pereira

APRISIONAR.IN



Já disse isso aqui outras vezes e repito: pior do que a pessoa que está num templo seguindo um lobo em pele de ovelha, é a pessoa que está do lado de fora fazendo a mesma coisa. Um monte de "militante anti-sistema religioso" que tem por aí ataca as instituições principalmente por causa das campanhas pentecostais que ocorrem na maioria delas, porém sem terem a decência de criticarem o pilar delas, que é justamente o pentecostalismo. Em outras palavras, tratam o sintoma da doença, e não sua causa. E procedem de tal maneira pela simples razão de que precisam se utilizar do fascínio em torno dos prodígios carismáticos para ganharem status e seguidores fora dos templos.

Por que estou falando isso? É simples. Porque um certo "ativista anti-NOM" de um excelente e conceituado blog, por melhor que realize um trabalho jornalístico ímpar em sua página, vira e mexe gosta de vir soltar suas profetadas. Evitarei de mencionar seu nome, pois infelizmente não tenho como provar o que direi agora, uma vez que o sujeito apagou tudo o que relatarei aqui. Que fique de lição a quem estiver acompanhando esta postagem: não seja ingênuo com essa gente. Pois bem, recentemente ele escreveu em sua página:

"Além de tudo o que já falei, o Eterno me recomendou fugir para os "montes", e eventualmente sair só para pregar a Palavra, e nada mais... pois a morte e a destruição irá percorrer as cidades... E todos aqueles que tiverem o selo do caráter de Deus serão poupados. Vou gravar um vídeo sobre isso."

O que mais me incomodou na postagem não foi nem a aberração teológica do mesmo, e sim a quantidade de gente curtindo, amando e se solidarizando aos comentários alegando também estarem "preparando-se para fugirem para os montes." Foi então que postei algo muito simples:

"Estranho... Jesus disse isso aos habitantes da Judéia que estarão presenciando a tomada do templo judeu pelo Anticristo, e não aos cristãos. *** Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, entenda; Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes;"- Mateus 24.15-16

Pronto: foi o bastante para que um sujeito que ganha a vida alertando sobre Nova Ordem Mundial tomasse uma atitude hipócrita, mimada e totalitária censurando meu comentário e me excluindo sumariamente de sua página sem sequer abrir um diálogo. Tudo porque seu teatro foi quebrado por apenas 2 versículos de uma Palavra que é mais penetrante do que qualquer espada de 2 gumes (e como na página dele só são permitidos comentários de adulação à sua "tão humilde" figura, os que pensam diferente acabam recebendo o mesmo tratamento intolerante que a mídia convencional concede aos seus críticos). Por tabela, podemos notar também que essa é a forma de dialogar não somente de pentecostais, mas de todo aquele que defende alguma proposta cheia de furos e contradições como, por exemplo, os pós-tribulacionistas, que costumeiramente fogem da troca de ideias. Ora, se não há debate, logo não há como um determinado ensino ser confrontado.

Não à toa ele vive chorando em sua página que está passando por necessidade (uma forma indireta de pedir dinheiro?), afinal; dificilmente não aparecerão alguns trouxas que, em meio a milhares de inscritos, não abram o bolso para "um profeta tão ungido" e que está "sempre tendo visões", não é mesmo (pois é um sinal de que é mais íntimo do Criador do que nós, meros mortais, certo?)?

Ao procurá-lo  por chat, ainda tive de ouvir "que eu estava de mimimi, que a página é dele, que ele faz dela o que bem entender e que eu deveria ficar menos na internet" (argumentação mais infantiloide e mimada, impossível). Foi quando esfreguei na cara dele que, se eu fosse um dos que ficam lendo seus apelos cotidianos e botando dinheiro em sua conta, provavelmente seria conveniente permanecer na internet.

Leandro Pereira

O CORONELISMO DO MEIO ANTI-NOM BRASILEIRO



Cara, é sério... não aguento mais tanta frouxidão e demagogia no meio anti-NOM. Enquanto, no EUA, temos ativistas anti-NOM de verdade, que botam a honestidade na frente de um comportamento politicamente correto (e que, mesmo muitas vezes errados, ao menos são autênticos); aqui os caras ficam cheios de "pisar em ovos" limitando-se a seguirem não o que sabem ser certo, mas sim a cartilha que os ditos "bam bam bans" do meio ditam. Gente sem personalidade o bastante para fazer o diferente, ao invés de atuarem em trocentos veículos informativos ao mesmo tempo, porém todos não passando de "mais do mesmo", de um "copia e cola" unicamente preocupado em obter a aprovação dos blogueiros mais influentes. Dou graças a Deus porque meu compromisso é tão somente com o Evangelho e pelo fato do único capaz de intimidar meu trabalho não ser outro além de Jesus Cristo.

Querem um exemplo do que digo? Ora, se Satanás realmente usa seus agentes neste mundo para conspirar contra Deus; e se todo o plano divino gira em torno da Palavra, eu pergunto: não seria lógico supor que o maior de todos os projetos do Diabo seja destruir à Palavra de Deus? Todavia, como não se bastasse tal raciocínio ser óbvio, é notório no meio conspiracionista atualmente o fato de as traduções bíblicas modernas estarem cada vez mais heréticas com o fim de, no advento do Anticristo, originarem a Bíblia da religião mundial. Entao, eu pergunto: quantos blogueiros brasileiros são sensíveis a tal temática? Na realidade, são todos omissos e negligentes com relação a esse tema por uma razão muito simples: estão comprometidos com outras prioridades (números, popularidade, agrados a homens, etc...).

"Ó, não, será que o Sr.Fulaninho de tal irá ver esta postagem e desaprová-la? Será que irei me queimar com os fulaninhos? "- Ah, me poupe, vai... Não tolerei à truculência e falta de educação do tal César Scholze, não tolerei as blasfêmias de Júlio Severo quando este disse que as palavras bíblicas não significam nada para Deus e continuarei a não fazer média com homens enquanto as Escrituras, que são uma personificação do próprio Messias, são trocadas por melindres e bajulações a homens.

Leandro Pereira

Leia mais sobre este tema em: UM BREVE PANORAMA SOBRE O MEIO ANTI-NOM BRASILEIRO

domingo, 9 de julho de 2017

NENHUM GAY FAMOSO MORRE POR CONTA DE SEU ESTILO DE VIDA


Morreu hoje o ator americano Nelsan Ellis, famoso por interpretar ao longo de 7 anos Lafayette Reynolds, um personagem homossexual que protagonizava cenas tórridas de romance gay na série True Blood. Estranhamente, assim como tem acontecido com muitas outras celebridades por aí, a causa da morte divulgada pela imprensa convencional é a parada cardíaca; sendo que casos como o de Nelsan sabidamente devem conter particularidades que vão além do fato óbvio do coração parar, visto tratar-se de um sujeito jovem (39 anos), aparentemente sadio e que não sofreu qualquer tipo de acidente ou tentativa de homicídio. Diante deste quadro, fica difícil imaginar que ele já não estivesse portando algum tipo de enfermidade que, por alguma razão, não fosse conveniente tornar pública. E, antes que os fãs venham me chamar de ignorante, devo dizer que estou perfeitamente ciente que o ator se dizia católico e heterossexual. Entretanto, a mesma entrevista em que ele prestou tais esclarecimentos, não podemos nos esquecer, foi também onde ele se posicionou a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Em outras palavras, o que estou querendo dizer é que não existe nada contundente o bastante que iniba minha desconfiança de que Ellis não passasse de um peão mentindo sobre sua crença e sexualidade de modo a conceder maior credibilidade à sua defesa do matrimônio LGBT (cá entre nós, nunca vi um ator notoriamente hétero e viril fazer cenas explícitas de homoafetividade). 

Um outro falecimento recente que apresenta uma divulgação de causa mortis semelhante à de Ellis foi a do músico brasileiro Kid Vinil, que midiaticamente teve apenas uma parada cardíaca e que jamais assumiu sua homossexualidade enquanto vivo (vindo à tona somente após sua partida que ele mantinha um relacionamento secreto por quase 30 anos com outro homem). Evidente que não podemos cravar em 100% a real razão do falecimento do artista. Estou aqui apenas registrando uma impressão obtida considerando a maneira como a grande mídia vem se colocando a favor da agenda LGBT, afinal; não são poucas as histórias de bastidores (e muitas vezes contadas por gente séria e idônea) acerca da quantidade absurda de pessoas com HIV do meio artístico que, embora façam coro junto ao marxismo cultural, jamais assumem sua homossexualidade (só agora eu poderia tranquilamente mencionar uns 10 nomes que, embora enrustidos, o Brasil inteiro sabe serem gays ou lésbicas). No entanto, a AIDS não é a única patologia derivada do estilo de vida LGBT. Segundo a profissional de saúde Anete Guimarães (cuja palestra pode ser conferida aqui), é comum que a constância do sexo anal provoque endocardite bacteriana por conta das bactérias presentes nas fezes que são empurradas em direção ao intestino durante o ato. 

Abaixo, segue um pequeno comentário que escrevi no último natal e que entendo calhar muito bem nesta postagem:


Notícia do dia: homem gay (e cantor pop) morre novo (53 anos) mediante uma parada cardíaca (e aí eu pergunto: existe alguém que morra sem parada cardíaca?). Lendo uma notícia como essa, qualquer um sabe que a causa da morte é alguma enfermidade fruto do estilo de vida LGBT. Contudo, estranhamente, a mídia não noticia as mortes por conta da AIDS em casos de homossexuais como, de fato, AIDS; e sim como um dos sintomas decorrentes da doença.
No caso de George Michael (que, por sinal, teve um namorado brasileiro aidético que morreu em 1995), já escutei duas versões: pneumonia e insuficiência cardíaca. Por outro lado, quando o aidético em questão é um heterossexual, eles enchem a boca para dizerem o nome da doença (e, obviamente, nunca ressaltando que a incidência da doença é bem menor entre héteros, sendo os raros casos entre eles são majoritariamente causados por modalidades oriundas do universo LGBT, como sadomasoquismo e sodomia).

Tudo porque a palavra de ordem agora é conceder ao comportamento homossexual uma nobreza que não existe, fato que os obriga a omitirem da sociedade as terríveis recompensas que um estilo de vida abominável paga aos seus adeptos (sendo a AIDS apenas um grão de areia na praia). Somente enfermidades com as características da AIDS mostram o quão anormal, promíscuo, imundo e destrutivo é o que eles chamam de "amor".

Leandro Pereira