terça-feira, 2 de agosto de 2016

EQUIPE DE TV AUSTRALIANA É ATACADA POR GANGUE DE TRAVESTIS, PORÉM MÍDIA PRATICAMENTE NÃO NOTICIA.







Se os assaltantes fossem um grupo de policiais corruptos, todos os canais de TV e jornais impressos estaria dando uma cobertura massiva. 

Se as vítimas fossem um grupo de homossexuais, certamente a repercussão teria sido outra.

Todavia, nenhum dos quadros descritos acima ocorreu, motivo pelo qual o caso passou de forma praticamente furtiva por nossos veículos de comunicação. Aliás, nem mesmo a mídia internacional, que gosta tanto de se meter no território alheio quando vagabundas fazem sexo com dezenas de homens em troca de drogas, demonstrou tamanha solidariedade com relação aos australianos. 

Deixo, a seguir, um texto do jornal "O Globo" contendo os detalhes da tentativa de assalto e, em seguida, um artigo de 2013 que somente confirma não ser de hoje que gangues de homossexuais assolam as ruas cariocas com seus crimes. Agora, pense bem: é esse tipo de gente que a militância LGBT quer fortalecer mediante legislações que os tornem intocáveis. São pessoas assim que desejam o direito de entrarem no banheiro junto às nossas filhas.
   

Leandro Pereira





Uma equipe de TV australiana disse que sofreu uma tentativa de assalto no calçadão de Copacabana, quando os repórteres foram abordados por um grupo de travestis.
Segundo a repórter Christine Ahern, do Canal Nove local, a segurança da equipe agiu rapidamente, mas anda assim o repórter cinematográfico foi golpeado na cabeça por uma bolsa pesada.
- Um dos travestis foi na direção do Glen e aí os seguranças intervieram, mas ele levou uma bolsada bastante dura, parecia que tinha um tijolo ou outra coisa dentro - contou Ahern.
A repórter disse que o segurança não ficou ferido.
- Ele é muito experiente, virou para mim e disse: "Tem um tempo desde que eu fui derrotado por uma bolsa de mulher".
A repórter ainda elogiou o raciocínio rápido da segurança, que neutralizou a situação. E disse ainda que os ladrões não pareciam perturbados pela presença da polícia na região. Ahern disse também que havia "militares com armas pesadas em cada esquina".
A jornalista disse também que deu azar e que se eles tivessem andado para outra direção sequer teriam sido abordados pelos assaltantes.














Gangue de travestis furta, rouba e agride na Lapa; vítima levou cem pontos no corpo

O estudante X., de 21 anos, chegou em um bar na Lapa por volta de 21h30, no último dia 5. Depois de encontrar um amigo e conversar, decidiu pegar um ônibus, na Cinelândia, para voltar para casa. Antes das 2h, depois de passar pelos Arcos, no final da Rua Mem de Sá, foi abordado por um grupo de mais de dez travestis. Enquanto o abraçavam e faziam brincadeiras, um deles puxou o celular de X. de seu bolso. Alertado por um rapaz que passava, ele tentou recuperar o aparelho. Hoje se arrepende da reação: três dos travestis, com estiletes nas mãos, lhe fizeram cortes pelo corpo. Ele levou cem pontos no rosto, pescoço, barriga e virilha.

De acordo com investigações da 5ª DP (Mem de Sá), o grupo é formado por cerca de 13 travestis. Três deles já foram presos e dois menores de 17 anos, apreendidos, pelos crimes. Ainda há, porém, duas pessoas foragidas e outras ainda não identificadas. Na delegacia, pelo menos seis inquéritos investigam furtos, roubos e lesões corporais provocadas pela quadrilha.
— Eu achava que elas estavam só me batendo, não senti os cortes. Quando me vi no espelho, fiquei desesperado — relembra o estudante.
Ele contou que a ação do gangue durou menos de um minuto. O colega que o acompanhava, estava caminhando mais a frente e sequer notou a agressão. O jovem passou por uma cirurgia plástica e faz, por tempo indeterminado, aplicações de corticóide nas cicatrizes.
Identificado como chefe do esquema, o transexual Henrique Miranda de Souza, conhecido como Milena, de 18 anos, foi preso. Com 21 passagens por furto e roubo — a maioria por assaltar turistas na Avenida Atlântica — ele é tido como mais perigoso. Aos ser levado para a delegacia, porém, permaneceu calado.
No mesmo dia que o grupo atacou o estudante, os travestis fizeram outra vítima: a também travesti Y., de 30 anos, teve documentos e R$ 500 que ganhara em programas roubados. Seu rosto também foi cortado.
— Eu estava parada na rua quando me abordaram pedindo cigarro. Quando vi estavam tirando sangue de mim, fiquei com a cara deformada — narrou Y.
Para o delegado Alcides Alves Pereira, titular da 5ª DP, a prisão dos outros integrantes da quadrilha é “prioridade” para evitar que outras vítimas sejam violentadas.
Foragidas, mas no Facebook
Maxwell de Araújo Cardoso, conhecido como Bruna Rayalla, e Marlon Evangelista do Carmo, chamada de Nicolly Frazão, ambos de 23 anos, são dois dos travestis identificados pelos procedimentos e que continuam foragidos. Segundo o Setor de Investigação da distrital, o grupo ataca, sobretudo, homens, às quintas, sextas e sábados depois de 23h. Sempre nas proximidades dos Arcos da Lapa, nos arredores da Rua do Riachuelo.


Maxwel de Araújo Cardoso, conhecida como Bruna Rayalla, acusada de participar do grupo Foto: Terceiro / Agência O Globo
Foi neste trecho que um casal mineiro foi abordado pelos bandidos. Às 23h30 do dia 25 de outubro, um dentista, de 40 anos, e uma professora, de 30, caminhavam, em frente ao Circo Voador, quando os atravestis abraçaram o rapaz. De repente, o imobilizaram. Em depoimento, os turistas contaram que, em segundos, tiveram celular e dinheiro roubados.
As investigações avançaram, segundo os policiais da 5ª DP, a partir da prisão de Willian Silva dos Santos, namorado de Henrique. Por volta de 1h30 do dia 13 de outubro, ele foi flagrado por policiais militares do 5º BPM (Praça da Harmonia) roubando um celular.


Marlon Evangelista do Carmo, conhecida como Nicolly Frazão, também está foragida Foto: Terceiro / Agência O Globo
As duas foragidas já têm fichas de antecedentes criminais extensa. Enquanto Bruna Rayala já cumpriu pena por roubo, Nicolly Frazão responde por furto qualificado e extorsão. Mesmo procuradas pela polícia, as duas mantém páginas ativas em redes sociais. No último dia 10, Bruna postou: “Estou com HIV” em seu perfil. A mensagem foi curtida por sete pessoas e, até a noite de sexta-feira, tinha 22 comentários. “Bem vinda ao clube” foi um deles. Já Nicolly colocou, anteontem, uma foto em que vestia top e short com o seguinte texto: “Nesse exato momento”.
Detalhes da quadrilha

Lapa Legal: Dois dias por semana, dois agentes das delegacias de Atendimento ao Turista, de Proteção a Criança e ao Adolescente, de Combate as Drogas e da Criança e do Adolescente Vítima realizam o projeto Lapa Legal para coibir o tráfico na região e cumprir mandados de prisão.

Prisão: Os agentes já estão com os mandados de prisão dos travestis e tentam cumpri-los. Desde o ano passado, a ronda já cumpriu 100 prisões e 25 apreensões de menores, além de apreensões de drogas e armas brancas, como facas e estiletes.

Armas: Esse tipo de armamento é o usado pelo grupo de travestis. Henrique estava com um estilete nas mãos quando foi presa em flagrante tentando agredir outro travesti, na Rua Mem de Sá. Ele foi autuado por lesão corporal na ocasião.

Associação: Presidente da Associação Agenttes, que engloba mais de 100 travestis com atuação na região do Centro, defende a classe: “Nós travestis, residentes na Lapa e que trabalhamos, não somos marginais e colaboramos com as investigações”, garante Luana Muniz.



Fonte: http://extra.globo.com/casos-de-policia/gangue-de-travestis-furta-rouba-agride-na-lapa-vitima-levou-cem-pontos-no-corpo-10929371.html

2 comentários:

  1. Muito boa as suas postagens. Mas um conselho que dou, é que reveja as cores da página, pois elas prejudicam muito a leitura. Espero que considere... Parabéns pelo blog!

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    1. Perdão, meu querido, mas ocorre que sou daltônico e, portanto, tenho certa dificuldade com cores. Aumentei consideravelmente o tamanho das letras para facilitar a leitura. Espero que agrade.

      Deus abençoe!

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